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Archive for the ‘história’ Category

O Grupo Xama Teatro realiza “Oficina de Contadores de Histórias” todos os sábados, com Gisele Vasconcelos e Renata Figueiredo, das 9 às 12h. Dias 19 e 26 de março e nos dias 2 e 9 de abril de 2011.

Local: Espaço Xama, Rua 01, nº 183, São Francisco. Número de Vagas: 20.

Inscrições Antecipadas: 14 a 19 de março, das 15h às 18h, no Espaço Xama Teatro.

Investimento: R$ 80,00 (oitenta reais). Mais informações pelos fones: 91424439, 81113486 e 91165777.

Realização: Grupo Xama Teatro e UFMA.

Fonte: Imirante.com

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O Centro de Artes Japiaçu (CAJ), por meio da Fundação Municipal de Cultura (Func), abre nesta quinta-feira, 17, a 1ª Mostra Japiaçu. A exposição reúne trabalhos de artesãos, artistas convidados e professores do CAJ e tem como patrono o artista plástico Ambrósio Amorim, que durante muitos anos ministrou aulas de pintura no local. O CAJ é um centro de capacitação e apoio em diversas linguagens artísticas e vem oferecendo à comunidade cursos voltados para a geração de renda através do desenvolvimento de produtos artísticos, utilitários e artesanais. A exposição ficará aberta até o dia 31 de março, de segunda à sexta, das 8h às 19h, no Centro de Artes.

Fonte: Jornal Cazumbá

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Dona Teté, um dos expoentes do cacuriá no Maranhão

Uma das manifestações mais populares na cultura maranhense que tem seu ápice no período junino é o cacuriá. A dança teve início no interior do estado, vista como profana, e encerrava à Festa do Divino. Oriundo da cidade de Guimarães, no Maranhão, foi para capital e passou a acompanhar o bumba-meu-boi nas festas juninas e festivais culturais .

Em São Luís, o cacuriá, como o conhecemos hoje, foi disseminado na década de 1970 por Dona Florinda e Seu Alauriano, mais conhecidos por dona Filoca e seu Lauro. Inicialmente, o cacuriá era praticado unicamente com as caixas, mas aos poucos foi-se acrescentando outros instrumentos, como banjo, violão, clarinete e flauta.

Agregando vários outros ritmos e festas da região como o carimbó, o bumba-meu-boi, os ritmos das caixas da Festa do Divino Espírito Santo e as festividades juninas, o cacuriá caracteriza-se pela sensualidade da dança e pelo repertório que é feito de músicas em geral compostas pelos próprios grupos.

Atualmente, existem cerca de setenta grupos de cacuriá só na capital São Luís.

Fontes:
Centro de Cultura Popular
Cruz, Rita; Soares, Camila; Hartmann, Luciana. Cacuriá: A tradição maranhense em terras candangas. Disponível em: http://bit.ly/cGhkF4

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Passeatas e levantamento de Mastro da Imperatriz dão início à manifestção religiosa que terá seu ponto alto de 20 a 24 deste mês.

A festa, que ocorre cinquenta dias após a Páscoa, no Dia de Pentecostes, é uma das celebrações à descida do Espírito Santo sobre os 12 discípulos de Jesus e a instauração da igreja, por ato de São Pedro. No Maranhão, a festa foi trazida provavelmente por colonos açorianos, que chegarm ao estado com a manifestação já enraizada em sua cultura. Ontem aconteceu o Levatamento do Mastro da Imperatriz, sinalizando o início da Festa no município de Alcântara.

Uma das maiores atrações da Festa: as caixeiras de Alcântara. Crédito: Andréa D´Amato

Até o dia 24 deste mês, serão realizado cortejos, missas, visitas, Alvorada das Caixeiras e com outros músicos, distribuição de esmolas e outras atividades. O ponto alto da celebração será no período que vai de 20 a 24, quando haverá a Ladainha na Igreja do Carmo, Subida do Boi, a Visita do Mordomo Fábio Serejo Alves ao Império, a missa solene na Igreja do Carmo e a procissão com a Coroa do Divino, que retomará à Igreja do Carmo, a ser encerrada com a leitura do Peloro.

A cidade já é bonita e receptiva mesmo não estando em dias oficias de festa. Imaginem só nesse mês, com todos os motivos para estar em alegria. Uma alegria que, apesar de sagrada, arrasta consigo um monte de brincadeiras pra lá de profanas. E deliciosas de se ver.

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A cidade de Barra do Corda, na região Central do Maranhão, está completando hoje 175 anos.  A 425 km de São Luís, Barra do Corda foi fundada em 3 de maio de 1835 por Manoel Rodrigues de Melo Uchoa, nascido em Nossa Senhora da Assunção, no Ceará. Como 3 de maio é o dia de Santa Cruz, Melo Uchoa então a batizou de Santa Cruz de Barra do Corda. Em seguida, Barra do Rio das Cordas e, finalmente, Barra do Corda. O nome “Corda” é em razão do rio Corda então conhecido como rio “Capim”. Como existiam muitos cipós que se enrolavam em forma de corda, daí o nome rio Corda e por efeito Barra do Corda. A partir dessa data fixou residência em Barra do Corda. Comandou a demarcação das ruas da cidade de modo que ficassem em quadras iguais de cem metros, no sentido de que todas estivessem voltadas para o nascente.

Foto do site http://www.barradocorda.com

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Os alunos que foram selecionados para participar da 2ª Edição do curso de Regionalização do Turismo devem confirmar suas matrículas até o próximo domingo, dia 28 de fevereiro.

O curso é uma parceria entre o MTur e a UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), que visa oferecer conceitos e técnicas para atores sociais envolvidos diretamente com o desenvolvimento do turismo nacional.

O curso virtual terá duração de três meses. O intuito é formar duas mil pessoas ligadas ao setor de turismo até junho de 2010. Os alunos selecionados na 1ª chamada devem concluir suas matrículas até a data prevista, caso contrário, perderão as vagas.

No início de fevereiro, foi divulgada a lista dos alunos selecionados, que atendiam a critérios como: ser membro de um dos grupos gestores do Projeto 65 Destinos Indutores do Desenvolvimento Turístico Regional ou das instâncias de governança regionais onde estão inseridos o 65 Destinos; fazer parte de Fórum ou Conselho Estadual de Turismo; ser funcionário de carreira do órgão oficial de turismo do estado ou município; atuar como interlocutor do Programa de Regionalização; ser empresário de alguma instituição ou empresa do trade turístico; e exercer cargo de liderança em alguma organização não governamental relacionada à atividade turística.

Acesse lista dos selecionados aqui.

Quem está na lista de selecionados e não recebeu o e-mail, deve entrar em contato com a Monitoria Administrativa da SEaD/UFSC através do endereço eletrônico turismo4@sead.ufsc.br.

A lista com os selecionados na 2ª chamada será divulgada no Portalwww.turismo.gov.br/ead até o início de março.

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Hoje (10) faz exatamente cem anos que nasceu a defensora das lutas libertárias no Maranhão, a médica  Maria José Aragão. A data será comemorada, à noite, no Memorial projetado pelo arquiteto Oscar Niermeyer, localizado próximo à poética praça Gonçalves Dias, em São Luís.

A programação da festa conta com o Tambor de Crioula Arte Nossa, espetáculo teatral “Besta Fera”, com Maria Etelvina e show com os Amigos de Maria Aragão – Josias Sobrinho, César Teixeira, Celso Brandão, Fátima Passarinho, Gabriel Melônio, Inácio Pinheiro, Luís Guerreiro, Mustafá, Arlindo, além da Divina Batucada, dos Blocos Tradicionais Os Feras e Vampiros, de participação da bateria da Favela do Samba e Evolução de Casais de Mestre Sala e Porta Bandeiras da escola, que prestou homenagem em vida à militante no carnaval de 1989 com o enredo “A peleja contra o dragão da maldade: o sonho de Maria Aragão”.

Maria Aragão completaria 100 anos de nascimento no dia 10 de fevereiro, se ainda estivesse viva

A homenagem é muito merecida. Maria Aragão era um mulher atenta às bandeiras dos trabalhadores, à educação pública e gratuita, à necessidade de um sistema de saúde eficiente, que, enquanto negra e militante, se rebelava contra as discriminações de gênero e de etnia e também contra a ditadura militar.

Nascida no município de Engenho Central, teve uma infância carente na capital maranhense. Formou-se no curso Normal e partiu para o Rio de Janeiro, em busca da formação médica. Enfrentou a fome e o trabalho árduo até obter a especialização em Pediatria.

Ingressou em definitivo na luta política ao testemunhar os anistiados Pablo Neruda e Luis Carlos Prestes no mesmo palanque, em 1945.  Entrou para o PCB e retornou ao seu estado natal para reforçar o partido, viajando pelo interior sendo tratada como prostituta e chamada de besta-fera.

Presa inúmeras vezes, Maria Aragão acabou também por lutar pelos direitos dos encarcerados e faleceu no ano de 1991, quando adoeceu gravemente, mas ainda hoje inspira todos os que lutam pelas igualdades dos povos.

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