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Archive for the ‘lutas sociais’ Category

No Dia Internacional para Eliminação da Discriminação Racial, 21 de março, a Secretaria de Estado da Igualdade Racial (Seir) promoverá uma série de divulgações e reuniões de conscientização. Na pauta, está o encontro com jovens integrantes do Fórum Estadual da Juventude Negra; a homenagem a nomes maranhenses que lutaram contra o racismo, como Magno Cruz (falecido), José Henrique Pinheiro Silva, Escrete (falecido) dentre outros. Segundo a Secretária da Seir, Claudett Ribeiro, a Seir vai aproveitar a data para motivar a reflexão envolvendo as conquistas da população afro-descendente no Maranhão, Brasil e em inúmeros países.

Origem da data

O Dia Internacional para Eliminação da Discriminação Racial foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em memória do Massacre de Shapervillea (Estados Unidos), ocorrido em 21 de março de 1960, quando 20.000 negros protestavam contra a Lei do Passe, que os obrigava a portar cartões de identificação, especificando os locais por onde eles podiam circular.

Durante o protesto, o Exército atirou contra os 20 mil negros resultando em 69 mortos e 186 feridos. O 21 de Março marca ainda outras conquistas da população negra no mundo: a independência da Etiópia, em 1975, e da Namíbia, em 1990, ambos países africanos.

Na data, também será lembrada a Convenção Internacional para a Eliminação de todas as Normas de Discriminação Racial da ONU, ratificada pelo Brasil.

Claudett Ribeiro lembra que a Norma, em seu Artigo 1º define discriminação racial como “qualquer distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada na raça, cor, ascendência, origem étnica ou nacional com a finalidade ou o efeito de impedir ou dificultar o reconhecimento e/ou exercício, em bases de igualdade, aos direitos humanos e liberdades fundamentais nos campos político, econômico, social, cultural ou qualquer outra área da vida pública”.

Fonte: Elo Internet

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A quarta edição do Dia da Agricultura Familiar, realizada na quarta-feira (19), em Pedreiras, reuniu cerca de 700 agricultores familiares dos 16 municípios que compõem o Território Rural do Médio Mearim. Na programação, capacitação e palestras aos agricultores, nas quais foram difundidas as políticas públicas de crédito, assistência técnica e comercialização de alimentos.

No total, serão oito dias da Agricultura Familiar a serem realizados no Maranhão. O município de Viana sediará o próximo encontro no dia 31 deste mês. Depois, será a vez de Zé Doca (10 de junho), Chapadinha (17 de junho) e Barreirinhas (21 de junho).

Participaram do Dia da Agricultura Familiar de Pedreiras municípios pertencentes ao Território do Médio Mearim. Na lista, Bernardo do Mearim, Capinzal do Norte, Esperantinópolis, Igarapé Grande, Joselândia, Lago da Pedra, Lago do Junco, Lago dos Rodrigues, Lima Campos, Pedreiras, Poção de Pedras, Santo Antônio dos Lopes, São Luís Gonzaga do Maranhão, São Raimundo do Doca Bezerra, São Roberto e Trizidela do Vale.

O encerramento do evento contou com a presença do secretário da Sagrima, Afonso Ribeiro; do secretário adjunto da Sedagro, Jadson Lago; do presidente da Fetaema, Francisco Sales; do vice-prefeito de Pedreiras, Walber Rodrigues da Cruz; da delegada do MDA, Cicília Costa; do presidente da Agerp, Tadeu Lima; da gerente da agência do BNB de Pedreiras, Gleyciellen Fonseca Marques; e da gestora do Sebrae de Bacabal, Graça Fernandes.

Ao falar da assistência técnica, Afonso Ribeiro afirmou que, desde que assumiu a Sagrima, está reestruturando os escritórios regionais da Agerp e celebrando parcerias com as prefeituras municipais para aprimorar a assistência técnica no Maranhão. “Por meio de um convênio com o MDA estamos equipando os escritórios da Agerp e contratando mais 121 técnicos para atuar nos municípios que pertencem aos oito territórios rurais”, disse.

Informações de O Estado doMaranhão

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O Teatro Alcione Nazaré, no Centro de Criatividade Odylo Costa, filho, na Praia Grande, será o palco da quarta edição da Semana dos Povos Indígenas no Maranhão, que tem início, hoje, quarta-feira (12) e termina sexta-feira (15). O Encontro vai reunir representantes de povos indígenas, antropólogos, educadores, entre outros para discutir a diversidade cultural indígena.

O objetivo da Semana é estimular a discussão sobre a identidade cultural dos indígenas. “Esses povos devem ser ter suas expressões culturais, materiais e imateriais, valorizadas e direito a livre expressão enquanto agentes de sua própria história”, explica o diretor do Centro de Pesquisa de História Natural e Arqueologia do Maranhão (CPHNA-MA), Deusdédit Carneiro Leite Filho.

Durante a Semana acontecerão diversas atividades com o propósito central de divulgar a diversidade cultural indígenas. “Teremos mostra de vídeos etnográficos, exposições de fotografias, oficinas temáticas de pintura corporal, mesas redondas, feira de artesanato, entre outras coisas. Tudo para mostrar a riqueza desse povo”, informa Deusdédit Filho.

As ações acontecerão pelos próprios indígenas e por meio de trabalhos acadêmicos e não-acadêmicos, que serão apresentados em sessões especiais. “São produções de instituições públicas que trabalham com os povos indígenas, como a Funai”, revela o coordenador do setor de Etnologia do CPHNA-MA, João Damasceno Figueiredo.

Do Cazumbá Online

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Hoje (10) faz exatamente cem anos que nasceu a defensora das lutas libertárias no Maranhão, a médica  Maria José Aragão. A data será comemorada, à noite, no Memorial projetado pelo arquiteto Oscar Niermeyer, localizado próximo à poética praça Gonçalves Dias, em São Luís.

A programação da festa conta com o Tambor de Crioula Arte Nossa, espetáculo teatral “Besta Fera”, com Maria Etelvina e show com os Amigos de Maria Aragão – Josias Sobrinho, César Teixeira, Celso Brandão, Fátima Passarinho, Gabriel Melônio, Inácio Pinheiro, Luís Guerreiro, Mustafá, Arlindo, além da Divina Batucada, dos Blocos Tradicionais Os Feras e Vampiros, de participação da bateria da Favela do Samba e Evolução de Casais de Mestre Sala e Porta Bandeiras da escola, que prestou homenagem em vida à militante no carnaval de 1989 com o enredo “A peleja contra o dragão da maldade: o sonho de Maria Aragão”.

Maria Aragão completaria 100 anos de nascimento no dia 10 de fevereiro, se ainda estivesse viva

A homenagem é muito merecida. Maria Aragão era um mulher atenta às bandeiras dos trabalhadores, à educação pública e gratuita, à necessidade de um sistema de saúde eficiente, que, enquanto negra e militante, se rebelava contra as discriminações de gênero e de etnia e também contra a ditadura militar.

Nascida no município de Engenho Central, teve uma infância carente na capital maranhense. Formou-se no curso Normal e partiu para o Rio de Janeiro, em busca da formação médica. Enfrentou a fome e o trabalho árduo até obter a especialização em Pediatria.

Ingressou em definitivo na luta política ao testemunhar os anistiados Pablo Neruda e Luis Carlos Prestes no mesmo palanque, em 1945.  Entrou para o PCB e retornou ao seu estado natal para reforçar o partido, viajando pelo interior sendo tratada como prostituta e chamada de besta-fera.

Presa inúmeras vezes, Maria Aragão acabou também por lutar pelos direitos dos encarcerados e faleceu no ano de 1991, quando adoeceu gravemente, mas ainda hoje inspira todos os que lutam pelas igualdades dos povos.

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O 1º Edital Prêmio Cultura Hip Hop 2010 – Edição Preto Ghóez vai premiar 128 iniciativas que promovam e fortaleçam a Cultura Hip Hop no Brasil. O prêmio terá pré-lançamento, no próximo dia 29, às 21h, no Auditório Centro Universitário La Salle, na cidade de Canoas, Rio Grande do Sul, durante a realização do 10º Fórum Social Mundial.

O Edital,  realizado pelo Ministério da Cultura (MinC), por meio da Secretaria da Identidade e Diversidade Cultural (SID), em parceria com a Secretaria de Cidadania Cultural (SCC), o Instituto Empreender e a Ação Educativa, será publicado na primeira semana de abril de 2010 e homenageará o artista, e líder do Movimento, Preto Ghóez, que morreu em 2004, vítima de acidente de carro.

Foto extraída do blog grogvilleomundogrolunar

Sobre Preto Ghóez

Márcio Vicente Góes, nasceu em 8 de outubro de 1971, em São Luis, no Maranhão. Em 1993, ele já estava montando a sua primeira banda de Hip Hop, a Habeas Corpus, que, em 1994 passou a se chamar Skina. Em 1996, o artista formou um novo grupo musical:  a Milícia Neo Talmarina que durou até 1998. Neste ano, Preto Ghóez desfez o grupo e criou a Clã Nordestino que gravou um único CD, a Peste Negra do Nordeste, e durou até a sua morte.

“Ele representava o movimento e o povo humilde. Também não tinha medo de dizer o que pensava”, justifica Nino Brown, da Casa de Hip Hop Diadema (SP),  que está no Movimento Hip Hop há 30 anos e para quem a morte de Preto Ghóez foi um choque. “Não acreditávamos que era verdade. Foi uma perda muito grande para todos do movimento”, assegura ele.

Fonte: Minc

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Dando prosseguimento às atividades da Secretaria de Estado da Mulher (Semu), a secretária da Semu, Catharina Bacelar, e técnicos da pasta, se reúnem com cerca de 300 Mulheres da Paz, nesta sexta-feira (22), às 14h, no Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana (Auditório Terezinha Jansen – Multicenter SEBRAE).

O objetivo é informar as mulheres sobre os seus direitos e como alcançar o espaço de pode e garantir um atendimento integral para as que vivenciam algum tipo de vulnerabilidade.

Projeto

O projeto aposta no papel de liderança exercido pelas mulheres fazendo com que estas sejam referência na luta por respeito aos direitos humanos, maior acesso à justiça e melhor qualidade de vida para suas famílias e para a comunidade onde atuam.

Atualmente, o “Mulheres da Paz” conta com a participação de 300 mulheres capacitadas em temas como Direitos Humanos, Cidadania, Lei Maria da Penha, Estatuto da Criança e Adolescente, Mediação de Conflitos, entre outros temas.

Fonte: Secom

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Quilombolas produzindo cofosFoi firmado um convênio entre o Instituto de Colonização e Terras  do Maranhão (Iterma-MA) e a Superintendência Regional do InstitutoNacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para que cerca de 3.250 famílias residentes em 50 áreas públicas ocupadas por comunidades quilombolas sejam regularizadas.

A regularização das terras quilombolas vai passar por sete etapas: levantamento cartorial das áreas, cadastramento das famílias, procedimentos administrativos de arrecadação, vistoria nas comunidades, georreferenciamento das áreas, mobilização e sensibilização e, por último, titulação das áreas.

 A Associação das Comunidades Remanescentes de Quilombos (Aconeruq), o Centro de Cultura Negra, a Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Maranhão (Fetaema) e a Sociedade Maranhense de Direitos Humanos (SMDDH) também farão parte do comitê de vistoria e execução das sete etapas.

 As áreas a serem regularizadas estão nos municípios de Alto Alegre do Maranhão, Bacabal, Bacuri, Brejo, Cajari, Cândido Mendes, Cedral, Central do Maranhão, Guimarães, Humberto de Campos, Magalhães de Almeida, Mata Roma, Mirinzal, Olinda Nova do Maranhão, Palmeirândia, Pedro do Rosário, Penalva, Peri-Mirim, Porto Rico, Presidente Juscelino, Presidente Vargas, Santa Rita, Serrano do Maranhão e Viana.

 O valor do convênio é superior a dois milhões de reais e deve ser cumprido até 30 de novembro de 2010.

 

Fonte: TV Mirante Chapadinha

Fotos: Centro de Cultura Negra do Maranhão

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