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Os interessados em participar das oficinas promovidas pelo Centro de Criatividade Odylo Costa, filho têm até o dia 1º de fevereiro para se inscrever. O horário de atendimento é de 8h às 12h e de 14h às 17h30, no setor de Cursos e Treinamentos, no próprio Centro de Criatividade.

As oficinas correspondem ao primeiro semestre regular de 2010. Ao todo, são 19 cursos, divididos em 32 turmas, nos turnos matutino, vespertino e noturno.

A taxa de inscrição é de R$ 40, exceto para Canto para Música Popular, cujo valor é de R$ 70. É a terceira vez que o Odylo Costa, filho promove e a procura tem sido boa.

Quem quiser obter mais informações deve entrar em contato com o setor de Cursos e Treinamentos, por meio do telefone 3218-9932, em horário das 8h às 12h e das 14h às 19h.

Com informações da Secom

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Jamaica brasileira

Além de Atenas maranhense, ilha rebelde, ilha do amor, São Luís também atende por Jamaica brasileira, isto porque o ritmo jamaicano tornou-se um emblema da cultura local através dos clubes de reggae, das radiolas e seus djs.

Jeito maranhense de dançar reggae. Foto: Jornal Pequeno

O reggae chegou à São Luís na década de setenta, através dos rádios de ondas curtas que captavam sinais de rádios estrangeiras e também por pessoas que vinham de fora, trazendo discos de reggae. A partir de então, os salões de festa onde se costumava tocar salsa, merengue e outros ritmos caribenhos começaram a incluir o reggae em suas seqüências musicais. O ritmo tornou-se popular a ponto de ter clubes especializados hoje em dia, como o Clubão da Cohab e a Toca da Praia.

As radiolas de reggae (semelhantes aos sound systems jamaicanos) começaram a expandir suas apresentações, fazendo ‘turnê’ pelo interior do estado e arrastando multidões para os salões dos clubes.

Mas o movimento regueiro em São Luís não é alimentado só com as radiolas e músicas da Jamaica, artistas da capital maranhense começaram a tocar reggae, adicionando aspectos dos ritmos locais ao ritmo jamaicano. Segundo alguns militantes do reggae, o primeiro reggae legitimamente maranhense é Gavião vadio do Nicéas Drumond. Depois dele, músicos como Beto Pereira, Mano Borges e Alê Muniz fizeram do reggae o principal elemento de seus trabalhos. Além dos artistas solo, não podemos esquecer das bandas de reggae como Legenda, Kazamata, Filhos de Jah e a internacionalmente conhecida, Tribo de Jah que levam o jeito maranhense de tocar e dançar reggae aos quatro cantos do mundo.

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